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13/04/2014

MUSEU PAULISTA ABRE EM 2022

O Museu Paulista da USP (Museu do Ipiranga) foi fechado às pressas no dia 03/08/13 para a realização de reformas estruturais e só deve ser reaberto para visitação em 2022.

A responsável pela interdição imediata teria sido uma vistoria técnica que aconteceu na sexta-feira que a antecedeu. Sheila afirmou que estes “últimos diagnósticos indicaram alguns desplacamentos de forros decorrentes de infiltrações de águas de chuvas”. “O Museu necessita de restauro de fachadas, forros, coberturas e clarabóias, implementação de acessibilidade a pessoas com deficiência e modernização de toda a sua infraestrutura como instalações elétricas, segurança contra incêndio, instalações hidráulicas, coletores de águas pluviais  e assim por diante”, informou a diretora.

Apesar do fechamento imediato, as reformas não devem começar tão cedo. Após finalizados os serviços de diagnósticos e os projetos que irão nortear todas as ações em termos das boas práticas de restauro, esse projetos e diagnósticos devem ser submetidos aos Órgãos do Patrimônio, como o CONDEPHAAT e IPHAN, e que somente depois de aprovados, poderão ser licitados.

trabalharão com a meta do bicentenário, em 2022.

O Museu do Ipiranga, com um movimento diário de 3 mil pessoas, é um dos mais visitados de São Paulo e possui um acervo de 150 mil peças, entre mobiliário, roupas e lembranças da família imperial, quadros, itens de iconografia em geral, fotos e documentos. 

De acordo com a assessoria de imprensa do Museu Paulista, o valor destinado para as reformas é de 21 milhões de reais. 
Além disso, a USP prevê um gasto de 100 milhões de reais com a construção de um complexo de três edifícios e uma passarela suspensa chamado Praça dos Museus. A ideia é que o Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE), o Museu de Zoologia e um espaço para exposições de ciência fiquem abrigados nos novos prédios, localizados perto da Portaria 3 da Cidade Universitária.

A previsão inicial era de que a Praça dos Museus ficasse pronta em 2013, para coincidir com o último ano de mandato do atual reitor da Universidade, João Grandino Rodas. Entretanto, o projeto já é antigo: foi idealizado ainda nos anos 1990, mas só obteve permissão judicial para ser executado recentemente.

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